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NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado |
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O
ÓDIO DE SAFATLE 10/04/2012 No habitual programa semanal, gravado
no último dia 04 de abril, Olavo de Carvalho argumentou longamente sobre
os acontecimentos da agressão aos velhos oficiais do Clube Militar, no Rio de
Janeiro, por ocasião da comemoração do 31 de Março.
Olavo disse que a decisão de ir à Justiça contra os agressores, em nome do
Estatuto do Idoso, não é suficiente, em face dos crimes ali cometidos pelos
lacaios a mando dos terroristas aposentados e das suas Ongs
assalariadas. O filósofo alertou que não tem havido reação proporcional às
agressões que os militares têm sofrido: “Ofendê-los
e caluniá-los custa muito barato e dá prêmio”. Os vencidos acham-se vitoriosos e parece que é
necessário vencê-los novamente, agora no plano da propaganda política. A propaganda dos que pegaram em armas e praticaram
o terrorismo parece não cessar nunca. Uma peça indecorosa sobre o tema é o
artigo de Vladimir Safatle publicado hoje na Folha
de São Paulo (“Honrar o país”). É um requinte de mentira abjeta e de
desinformação. Aqueles que mataram inocentes, que tentaram incendiar o Brasil
e transformá-lo em uma Cuba tropical são tratados como heróis, quando não
passam de traidores da pátria e de criminosos, devidamente vencidos por
aqueles que lutaram em nome do povo brasileiro, a Nação em armas, que são as
Forças Armadas. Honrar o país é honrar seus verdadeiros heróis,
aqueles que não fugiram à responsabilidade imposta pelos deveres. Vir agora,
de novo e de novo, colocar o dedo em riste na cara desses grandes brasileiros
é inaceitável para quem tem o mínimo de fibra moral. Não é possível deixar
passar em branco essas páginas de propaganda enganosa que buscam
desencaminhar a juventude com suas mentiras históricas. É bom lembrar que os militares brasileiros, que
detinham o poder, voluntariamente o devolveram aos civis, não sem antes pôr
para correr os traidores da pátria. Em gesto de grandeza instituíram a Lei da
Anistia, que a cambada terrorista agora quer anular para tornar réus aqueles
generosos combatentes. Não se lembram do mal que praticaram. De tudo fazem
peça de propaganda contra os militares vencedores. Esses que foram agredir os anciãos não honram
nada, muito ao contrário do que escreveu a pena alugada de Safatle. Denigrem. Praticam crimes ignominiosos contra
velhos combatentes. A ação oprobriosa é elogiada como se fosse o seu
contrário. Por mais que Safatle não queira, os
derrotados eram terroristas, sim, assassinos frios que não se importavam em
derramar o sangue inocente de brasileiros desavisados. Contra isso os nossos
valentes militares lutaram e venceram. O resto é mentira, pura propaganda
revolucionária. Honro-os! |
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