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NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado |
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O NOME É JOSÉ SERRA 16/02/2012 No caleidoscópio que tem sido a definição dos nomes dos
postulantes à prefeitura de São Paulo, o último fato relevante é a inclinação
de José Serra para concorrer. Depois
de relutar, parece que o político paulista percebeu que é o único nome capaz
de unir o partido e provavelmente o único capaz de vencer seus adversários
pelo PSDB. Nunca é demais lembrar que as eleições
paulistas não se esgotam em si. Estamos vendo aqui o esforço decisivo do PT
para conseguir a hegemonia total. Ganhar a prefeitura de São Paulo é peça
fundamental nessa escalada, que objetiva tomar o Palácio dos Bandeirantes em
2014. Mesmo aqueles que não gostam de José Serra precisam reconhecer que seu
nome adquiriu essa dimensão superior, de ser alguém capaz de segurar a marcha
do PT no rumo do poder total. E não adianta vir com o discurso de que Haddad e Serra são iguais. Não são. O PT tem como agenda secreta empolgar o poder total e dele não mais sair. Suas convicções totalitárias são reiteradas a cada momento. A última entrevista de Fernando Haddad, publicada no jornal O Estado de São Paulo, reafirmou isso ao explicitar sua adesão ao marxismo cultural, que nada mais é do que o velho marxismo-leninismo com roupagens de degeneração moral, daí seu apoio aos movimentos contra o casamento tradicional e a favor do aborto. E pelo famigerado kit gay, que tentou implantar quando no MEC. Tudo no PT é farsa e mentira, conforme o belo artigo de Demétrio Magnoli hoje publicado naquele jornal (Duplipensar ). |