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NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado |
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ESTADÃO
FALA DO MENTIROSO 19 de setembro de 2009 O deputado
dos EUA que chamou Barack Obama
de mentiroso, Joe Wilson, está mais do que certo na sua afirmação. Obama tem mentido desde a campanha eleitoral, que ganhou
utilizando artifícios publicitários mistificadores para enganar a opinião
pública, tem mentido desde a posse, usando o mesmo expediente de Lula de
jamais sair do palanque e mente desesperadamente sobre o desempenho de seu
governo medíocre. Lembrando a você, caro leitor: os slogans de campanha “Yes, we can” e “Change” foram as maiores
empulhações eleitorais de todos os tempos. O que Obama
queria dizer aos americanos com eles? Que podia manter os privilégios de uma
administração crescentemente socialista e provedora de privilégios imorais,
que não podem ser mantidos pelo simples fato de negarem as leis econômicas.
Mudança? Ora, tudo que Obama não quer é mudar os
privilégios sindicais e de todos os parasitas pendurados no governo. Essas
expressões podem ser compreendidas no sentido inverso, pura e simples
mentira. A mesma tática com que tenta implantar seu modelo para o sistema de
Saúde, dizendo que pode ampliar o número de beneficiário e a amplitude de
cobertura sem elevar o custo total. Pura e simples mentira. Na administração
de unidades de Saúde não se tem economias de escala relevantes e quando mais
de alarga as coberturas, maiores serão os custos. Mente-se descaradamente.
Mas a pressão de suas bases eleitorais, todas comprometidas com a agenda
socialista e a criação do novo Governo Mundial, quer cravar o prego no caixão
da iniciativa privada onde for possível. Obama é um
mentiroso calculista, compulsivo. É um filho da mentira, como Lula é um filho
da mentira. Aqueles que
acompanham o que eu escrevo sabem perfeitamente bem que o jornal Estadão é um
companheiro da esquerda revolucionária, virando porta-voz dos mais radicais
dos detentores do poder petista. Mantém uma máscara supostamente neutra para
administrar soporíferos aos seus leitores, sabidamente de corte conservador,
para que estes não fiquem alarmados com a marcha forçadas em que estamos, no
rumo do Estado Total, no rumo do socialismo. Passo a passo, inexoravelmente. Em
editorial de hoje o jornal manteve o sestro, mentindo para cobrir a mentira
de Barack Obama, o
queridinho da esquerda em todas as partes do mundo. Vejam o resumo da ópera,
nas próprias palavras do editorial: “Contra
o candidato se fabricou a acusação de ser ele um muçulmano enrustido (o
que de fato é, nada é fabricado. O pai era muçulmano
e seu segundo nome é Hussein – NC).
Contra o presidente a calúnia de que teria nascido no Quênia e falsificado os
registros para se tornar elegível (não é calúnia, é fato, e Hussein
jamais quis enfrentar um debate sobre o assunto e tem gasto muito dinheiro
para encobrir as evidências de que sua certidão de nascimento é uma fraude grostesca – NC). Blogueiros hidrófobos, radialistas incendiários e os
‘cabeças pensantes’ da Fox News colocam na ordem do
dia as piores criações da margem lunática da sociedade americana” (ou
seja, todos que não apóiam as mentiras de Hussein e seu esquerdismo são tido
como alucinados e mentirosos, numa inversão completa – NC). Quem tem lido
o Estadão pouco ou nada leu sobre a questão da certidão de nascimento do
Hussein, porque simplesmente o assunto foi ocultado criminosamente de seu noticiário
e de 100% de seus congêneres brasileiros, todos alinhados com o mentiroso
Hussein e com as esquerdas que se apossaram do Palácio do Planalto. A forte
oposição contra o mentiroso da Casa Branca simplesmente não tem espaço nas
páginas dos jornais como o Estadão e só ficamos a saber
dos fatos pela Internet. Com esta nova mídia a mentira estadônica
ficou de pernas bem curtas. E os blogueiros
nacionais, que o Estadão deve considerar também “hidrófobos”, estão bem
informado sobre o grande mentiroso Hussein e fazem chegar aos brasileiros as informações corretas. E o fato é que o presidente
Hussein Obama é um grande mentiroso e é nascido no
Quênia. A tática estadônica é repetir o bordão que a mídia esquerdista dos
EUA tem repetido: que há uma campanha racista contra o Hussein, a partir de
uma fala do socialista militante Jimmy Carter. Ora, que racismo? O homem está
no poder. Chamar mentiroso de mentiroso não é racismo algum, é reder-ser aos
fatos. Deveríamos fazer o mesmo com Lula, aliás eu
tenho feito. Mas um leitor do Estadão jamais irá encontrar matérias
jornalísticas no conteúdo do jornal relatando esse fato cristalino. O apedeuta, Sua Excelência, tem,
como bem sabemos, um apetite “alienável” com a verdade. Mente
desesperadamente, convictamente, como o seu par Hussein Obama. Este
editorial é uma desavergonhada apologia à mentira, além de ser ele próprio
mentiroso. |
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