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NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado |
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OBAMA IMITA MEFISTO 28/01/2011 Os gigantescos bailout
aplicados à economia norte-americana desde 2008, sobretudo depois da posse de
Barak Obama, não foram suficientes para resgatar a
economia daquele país da crise. Não satisfeito, o governo Obama está injetando
US$ 600 bilhões no suposto de que emissão de dinheiro falso tenha o poder
mágico de se transformar em riquezas. É a crença da modernidade de que pela
mão do Estado e da criação de leis os homens podem escapar às limitações de
natureza física e da vida em sociedade. Pensam que encontraram a perfeição em
seus decretos. Recordo aqui do aplauso generalizado que a
mídia mundial amestrada fez ao idêntico gesto de Gondon
Brown, então primeiro-ministro da Inglaterra. Ele enfiou o pé na jaca, pintou
dinheiro falso como nunca antes na história desse mundo, exceto Barak Obama. Brown foi louvado de “corajoso” por ignorar
as elementares leis econômicas, no que foi seguido com Nicola Sarkozy. A mídia amestrada no stablishment
acadêmico confundiu temeridade com coragem. Essa gente está empenhada em
criar um outro mundo possível, além da lei da
escassez. O governo da Alemanha foi exceção,
aconselhado pelo seu brilhante ministro das Finanças. A Alemanha tem know how em hiperinflação e
sabe o tamanho da desgraça que ela causa, como nós
também descobrimos da pior forma, vivendo uma. E eles ainda lêem Goethe e seu
magnífico FAUSTO. Está lá, na grande obra escrita no início do século XIX,
quando a lorota keynesiana ainda não existia e nem
a emissão de moeda sem lastro, o milagre que Mefistófeles fez, enganando o
rei, para encontrar riqueza ex nihilo. Emissão
descontrolada de moeda é coisa do diabo, isso Goethe nos legou na sua obra. Isso
todos os economistas sensatos, desde Adam Smith, sabem. Hoje em dia são os
governantes, como o “rei” Obama, que enganam o povo com suas macaquices mefistofélicas.
Querem dinheiro? Tomem, nem mais é preciso pintar moeda, basta um simples
comando nos computadores do Federal Reserve. No mundo inteiro essa alucinação
demoníaca tomou conta dos governos. O que esperar desses fatos? O mesmo que o rei
do poema de Goethe viu nos seus domínios: o desastre. Quando virá? A data é
incerta e a forma também. Mas virá. Nenhum governante, nem mesmo Mefistófeles
batizado de Obama, tem o poder de anular as leis naturais. A magia da moeda
falsa vai se esfacelar e o peso do espírito da terra tomará
conta dos fatos. Quem viver verá. |
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