NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado

 

 

 

 

 

 

 

 

MENSAGEM DE NATAL 2011

20/12/2011

 

O ano de 2011 foi para mim o momento do triunfo da esperança sobre o desalento. Quando tudo parecia fenecer eis que a Divina Providência operou e quis o bom Deus que eu chegasse à Natividade em um momento, que se não é exuberante, é bastante positivo diante daquele que vivia há um ano. De novo e de novo estou aqui para comemorar essa data magna da cristandade e dar testemunho de mim. Faço-o por dever de consciência e também a modo de agradecimento a Deus por tudo de bom que comigo se passou e se passa.

 

É claro que a presença do Mal está em tudo, a ameaçar, sobretudo na esfera coletiva, no campo da política. Contra ela, só Deus, pois são as potestades que estão operando. A cegueira da multidão será talvez o maior de todos os perigos, pois dá carta branca para que o Maligno seja eficaz. O tempo de Natal é esse lembrar que o Mal afinal não tem como triunfar diante do milagre do Advento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

É tempo de Natal. De festa. De regozijo. Tudo que vemos é celebração, mesmo que a multidão tenha perdido o sentido original da festividade, que celebra unicamente o Menino Jesus. As paródias senectas que vicejam são artes do espírito que sempre nega. Mal sabem, os que confundem o Menino com velhos, que a troca tem conseqüências.

 

Deixo aqui aos amigos e leitores os meus mais sinceros votos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo.