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NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado |
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MENSAGEM DE
NATAL 19/12/2007 “Felizes os que
não viram e creram” Jo 20,29 De novo estamos em dezembro e
quis o bom Deus que eu vivesse para ver mais essa grande festa cristã.
Carreguei em 2007 uma cruz mais pesada do que todas as outras dos anos
precedentes. Tive meu orgulho e minha insolência diante da vida tratados da
forma como deveria ser: mostrou-me Deus a minha vanidade,
a minha estupidez. Talvez continue o mesmo, estúpido como sempre fui, mas
pelo menos sei dessa fraqueza humana
da qual sou um portador incorrigível. Digo como o Apóstolo: “Não pratico o
bem que quero, mas o mal que não quero, pratico”. Esse foi um despertar
colossal, pois se tornou uma nova e ampliada realidade diante dos meus olhos
e da minha ação no mundo. Junto com essa descoberta incorporei o hábito da
oração. Sempre que posso, nos mais inesperados lugares, até
mesmo no trânsito infernal de São Paulo, rezo. No começo rezava por
mim e pelos meus; agora rezo pelos desconhecidos, pelos aflitos, pelos
deserdados da sorte, mas rezo sobretudo por aqueles
a quem os pais não deixaram vir à luz, os abatidos antes de nascer, as
vítimas mais infames e mais numerosas desses nossos tempos que restauraram os
sacrifícios humanos. Herodes mandou matar os inocentes a fim de matar Jesus,
mas pelo menos não era o pai biológico das crianças sacrificadas. Pai, perdoa esses pais cruéis, não sabem o que fazem! Rezo pelos ateus. São os
grandes malfeitores e não sabem disso. Os ateus comunistas, os piores, os que
voluntariamente colocaram-se a serviço de Satã, os comunistas que também
estão militando dentro da Santa Igreja. Mas rezo pelos outros ateus, os
liberais assim chamados, aqueles que fizeram das ciências particulares – a
física, a biologia e a economia principalmente – substitutos de Deus,
instrumentos que supostamente têm o poder de fazer deles próprios deuses. Que
tamanha ignorância e ingenuidade. Pai, perdoa, essa
gente não sabe o que faz! Rezo por aqueles que, de
alguma maneira, estão nesse momento esmagados pelo
ente maléfico desse mundo, o Estado administrado pelos sacerdotes do Maligno,
os ateus. Aqueles que pensam ter encontrado um
substitutivo da caridade nas ações populistas do Estado, esquecendo-se que a
suposta caridade nasce do roubo e da rapina mais hediondos sobre os que
trabalham. Tenho imensa piedade daqueles que, inocentes, padecem nas
masmorras do Estado, especialmente por causas fiscais, mais das vezes
injustas mesmo à luz da lei injusta. E rezo pelos que são culpados e apenados
e estão nas ignominiosas prisões do Estado,
padecendo todo tipo de sofrimento e humilhação, o abandono, o martírio de
vidas frustradas. Pai, perdoa os algozes e os
apenados, eles também não sabem o que fazem. Mas é Natal, a grande festa. A
grande notícia que chegou ao mundo é ainda uma vez comemorada, como o será
para os séculos sem fim. O Menino Jesus está novamente entre nós, a Luz que
alumia o mundo e que venceu as trevas. Mesmo com o lixo materialista e
consumista em torno da data magna fazendo sua paródia satânica não se pode
deixar de celebrar o que deve ser celebrado, a razão de ser de todas as
celebrações: a vinda do Messias, o Salvador do Mundo, a Esperança que salva.
Creio em Ti, Jesus de Nazaré, e nessa fé simples está a minha salvação e a
salvação daqueles que abraçaram a Boa Nova. Deus-Pai enviou-Te para redimir
o gênero humano escravizado por Moloch e Baal. Sim, essas expressões antigas estão vivas agora
como antes, são as formas assumidas por Satanás, que encontra no Estado –
assim como no Faraó do Egito – a máxima expressão de seu poder. As multidões
adoram de novo os bezerros de ouro, abandonando a verdade, o Deus dos nossos
pais. Seu signo está em toda parte e o sacerdócio em torno dele é a profissão
mais cobiçada e honrosa para os apóstatas do Cristianismo. Os ateus oriundos
da fé cristã são o maior câncer da humanidade e
arrebanhá-los foi o grande feito do Maligno nos últimos séculos. A Criança
divina é ela própria a expressão do batizado, da conversão do seguidor de
Cristo. E o que se exige para o ato batismal? As renúncias fundamentais:
"Renuncio a Satanás, ao seu serviço e às suas obras". É preciso
renunciar aos poderes desse mundo. Não à toa Cristo manda Pedro se afastar:
“Vai-te daqui, Satanás”, quando ele expressa em palavras pensamentos do reino
desse mundo. Eu testemunhei o poder do
Maligno neste ano, como nos anteriores, mas dessa vez com o espírito agudo,
em atalaia. Está em toda parte, vi-o em ação face a face. Atenta sempre, o
desgraçado. Interfere, descaminha. Só o sangue do Nosso Senhor Jesus Cristo
tem o poder de neutralizá-lo. Mas tenho também de dar testemunho dos anjos
protetores que vi, mais das vezes disfarçados na palavra amiga e na ação
desinteressada dos que me são próximos (ainda que eventualmente
desconhecidos). Dou graças a Deus por ter me mandado esses anjos benfeitores
para proteger o meu caminho e me livrar do Maligno. Antes que os ateus leitores
estranhem as minhas palavras e riam de mim, lembro que Cristo cita o Mal no
Pai Nosso e dá aos apóstolos a missão de expulsar os demônios imundos. Crer
em Cristo é enxergar essa realidade demoníaca que nos cerca. Não foram palavras
vãs as do Salvador, tratavam elas de uma realidade
imediata, de então como agora. O Mal está em toda parte. E foi um anjo do
Senhor que anunciou à Maria Mãe de Deus que do seu ventre nasceria aquele que
viria ser o Salvador do Mundo. Os anjos também estão em toda parte. Meus amigos leitores, eu
precisava dar esse testemunho e nada mais oportuno do que o
Natal para fazê-lo. É esta a minha mensagem, o meu próprio testemunho,
para que aqueles que, como eu, tateiam em busca do
caminho se mantenham firmes na sua senda. Sim, é possível santificar a vida
cotidiana por pequenas escolhas conscientes a cada dia, ainda que estejamos
tentados pelo mal. Essa foi a grande descoberta que fiz nesse ano da graça de
2007 e que mudou o curso da minha vida. Que todos tenham um Feliz
Natal e um Próspero Ano Novo, sob a bênção do Menino Jesus! MENSAGEM DE
NATAL 2006 24/12/2006 Encerrar o ano curso para mim
foi um alívio, pois em tudo e por tudo foi um ano a ser esquecido. Não que o
viver em si não seja a dádiva suprema, um presente divino. É por isso que de
novo comemoramos o Natal, a festa cristã que é sinônimo
de alegria e de confraternização. Uma festa de Esperança. Mas, abstraindo
desse truísmo, foi um ano difícil, seja no plano pessoal, seja no plano
coletivo. Ainda uma vez Deus colocou-me
à prova e, como um Jó, aprendi
da pior forma o que são as virtudes da paciência e da humildade: pela
experiência. Como jamais em toda minha vida tive eu que desenvolver essas
virtudes enquanto única maneira de suportar o que a Providência me trouxe. E
por isso chego nessa data mais aliviado e mais engrandecido, pois a
Providência me deu os meios de encarar os desafios e supera-los. Jó não teria sobrevivido sem a força interior de sua
alma. Posso dizer o mesmo de mim, que mais das vezes me encontrei sozinho
diante das minhas feridas e das minhas fraquezas. Claro que as culpas são
todas minhas, vez que os fatos da minha vida são construídos por mim mesmo. Na esfera coletiva podemos
dizer o Brasil está a viver um momento de descenso
muito especial e profundo. A nova eleição de Lula mostra que nossa gente não
poderia cair mais fundo na esfera moral e política.
Sua consagração nas urnas foi a traição do povo a si
mesmo, igual àquela que Moisés constatou no povo de Israel ao sacrificar ao
bezerro de ouro. Lula é o Baal tupiniquim e posso
aqui repetir o que está escrito no Êxodos: “Então disse o SENHOR a Moisés: Vai, desce; porque o teu povo, que
fizeste subir do Egito, se tem corrompido”. Infelizmente para ir ao povo
há que descer, pois que ele se aviltou e mergulhou no vale das sombras. Nossa gente tomou o que tinha
de mais precioso – o ouro do seu voto, a expressão da sua liberdade política
– e fez dele o bezerro de ouro para adoração, Lula Lá. O Infame feito
governante, o negador de todos os valores, de toda a tradição, de tudo que é
mais sagrado. Lula e toda a laia que o acompanha e que está destruindo nosso
País à prestações. Transitar pelos aeroportos é o
espelho de nossa decadência. Mas tenho esperança, pois também está escrito em
Êxodos: “Disse mais o SENHOR a Moisés:
Tenho visto a este povo, e eis que é povo de dura cerviz. Agora, pois,
deixa-me, para que o meu furor se acenda contra ele, e o consuma; e eu farei
de ti uma grande nação”. O poder tem raízes metafísicas
e pode ser posto a serviço do Bem ou do Mal. A serviço
do Bem é a ordem e o exercício da Justiça sob a lei. Claramente vivemos
tempos em que a Luz foi eclipsada, dando lugar às Trevas. O poder foi posto a
serviço do Mal. Leis são produzidas para a prática da injustiça, enquanto as
boas leis são esquecidas e derrogadas. Mas esse tempo de provação passará, não sem antes cobrar dos responsáveis – em última
análise cada um de nós, brasileiros, que, em maior ou menor proporção, por
ação ou omissão, consentiu na adoração do bezerro de ouro do PT – e então a
Luz será novamente restabelecida. Oro a Deus para que não tenhamos que pagar
o preço que pagaram os filhos de Jericó como castigo. Mas nada disso é importante
quando estamos no tempo de Natal. É o o
milagre da Salvação de novo celebrado. A Luz novamente vence as trevas e
emerge com toda força do poder divino. Jesus é a Luz que vem de Deus para
alumiar o mundo. Aleluia! Um Feliz
Natal e você, meu caro leitor, e a
toda a sua família. Que o Ano Novo que se aproxima possa trazer-lhes as
alegrias que me faltaram no ano que passou. MENSAGEM DE
NATAL - 2005 23/12/2005 Neste ano tenho motivos
redobrados para desejar aos meus amigos e leitores um Feliz Natal e maiores razões
ainda para desejar um próspero Ano Novo. Eu sabia que, ao se iniciar o ano de
2005, que eu enfrentaria grandes desafios. Tinha então plena consciência do
que me reservava o destino, eu que aprendi a ler as minhas próprias intuições
e a decifrar os sinais dos tempos. Eles nunca me enganaram, jamais fui pego
desprevenido e por nenhum momento repudiei a minha Cruz. Sabia que minha vida corria
perigo, que meu modo de ganhar a vida passaria por profunda transformação e
que talvez o meu tempo estivesse terminado. Só Deus e sua mão benfazeja, só a
Virgem com seu manto sagrado e Criança – o Jesus Menino – que redimiu os
pecados do Mundo é que poderiam valer-me. E plenamente confiante entreguei-me
ao que me aguardava. Superei todas as provações e aqui estou em júbilo, com
vocês. Dou esse testemunho por ser
verdadeiro e também como uma forma de dizer que sou grato a Deus por tudo.
Por estar vivo e bem, produtivo, atuante, por nada faltar aos meus. Não fosse
a intervenção divina e tudo poderia ter caído no vale sombrio. O tempo de Natal é festa e comemoração. É felicidade e eu estou feliz. Será
talvez o Natal mais feliz de toda a minha vida. Daí
eu querer partilhar com vocês todos esse regozijo
pessoal que, espero, seja também o regozijo de toda a gente. No plano coletivo o nosso
Brasil viveu também o seu descenso, como nunca
antes. Enlameou-se pela porcaria feita por seus governantes, que no fundo
espelham a nossa alma coletiva, somos dignos de toda essa baixeza. Foi um
tempo de provação. E como tudo que é
humano, é cíclico, e está chegando a hora das
mudanças. É preciso mandar a imundície – e os imundos, pois não? – para o
esgoto de onde não poderão retornar. Esse Natal
também é especial porque marca um novo tempo para a Pátria e os brasileiros
poderão fazer no ano que entra a faxina necessária e inadiável de que
necessitamos.no plano político. O resultado surpreendente do recente
Referendo foi uma preliminar do que o eleitorado poderá fazer no próximo ano. Em 2005 conheci novas e maravilhosas
pessoas. Vivi experiências radicais. Valorizei mais as pessoas, os amigos,
minha família, meus filhos e a especial e muita amada Mirna.
Nada eu seria sem eles, se valho algo é porque eles me protegeram e perdoaram
as minhas faltas e me acolheram em seus corações. A felicidade só pode surgir
do saber-se amado. Por isso sou feliz e meu Natal
será tão feliz: por que os tenho e agradeço a eles por isso, pois o simples
fato de existiram dão sentido à minha existência. Senti como nunca a mão
poderosa do Divino sobre mim. É de Deus que mais precisamos,
que o Mundo mais precisa. Dou graças a ele por tudo. Meus amigos, um Feliz Natal.
Que a Criança abençoe todos vocês. Por ela ter vindo ao Mundo a luz brotou e derrotou as Trevas. Abençoado seja! MENSAGEM DE
NATAL 2004 20/12/2004 “Eis o Cordeiro de Deus, eis que tira os
pecados do mundo!” João 1:29 Falar do magno nascimento de
Cristo é falar de Salvação, de Luz, de Revelação do Mistério, do milagre da
consciência cósmica do Homem que se deu conta da Criação e de si mesmo. Natal
é isso, é a festa cristã mais alegre, pois alegre ficou a Humanidade desde a
encarnação do Verbo há dois milênios. Daí os presentes trocados, daí as
refeições – refeições que sempre lembram a comunhão
que remiu os pecados dos homens e foram deixadas para a celebração da memória
do Menino. Daí a celebração no seio das famílias. Ninguém gosta de ficar
longe dos seus nessa festa bendita. É o Natal
da criança divina, o gesto do extremo amor do Deus Pai Todo Poderoso, mandado
para carregar os pecados do Mundo. Não posso deixar aqui de relembrar das
últimas doze horas do Cristo, tão artisticamente – e tão fielmente –
retratadas por Mel Gibson no seu magnífico Paixão de Cristo. Para isso Ele
nasceu. Por isso, meu caro leitor
amigo, que me tem acompanhado nessa jornada ao longo desses meses todos pela
Internet e pelos diversos jornais desse Brasil: quando ver
um velho vestido de vermelho em substituição à lembrança do Menino, pode
apostar que ele não celebra o Natal de Cristo. É o Inimigo travestido,
fazendo a paródia da santa comemoração. Somente ele para ousar substituir a
criança sagrada por uma imagem velha e decrépita, mais perto da morte do que
do nascimento, o seu oposto. Nada mais postiço. Velho morre, não nasce. Consegui banir do meu lar essa
caricatura grotesca e vejo muita gente fazendo isso. Faço-o, se for cristão;
faço-o, mesmo não sendo cristão, mas tendo respeito por nossas coisas
sagradas. Precisamos resistir ao Inimigo. Nesse Natal que se aproxima
faço uma oração para todos nós, para minha família, para os
amigos de quem sei o nome, para os amigos que ainda não conheço pessoalmente,
para você, meu caro leitor anônimo, que é a razão do meu esforço de
escrever. Peço ao Cristo Salvador por todos nós, pela paz, pelas famílias,
pelos doentes, pelos desempregados, pelos enfermos, por aqueles que têm na
alma o aguilhão que só ele sabe o quanto é profundo e o quanto dói. Peço
pelos solitários e abandonados. Peço pelos que têm fome e sede de Justiça.
Não podemos rejeitar a nossa própria cruz, bem o sabemos, mas podemos pedir
ao Pai o alívio que, também bem o sabemos, nem sempre somos dele merecedores.
Um Feliz
Natal e um próspero Ano Novo a
todos vocês. MENSAGEM DE
NATAL 17/12/2003 E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a
nossa pregação, e também é vã a vossa fé.
1
Coríntios 15:14 Tenho vivido um instante de
introspecção e alheamento do mundo. Auto-exilei-me
dentro de mim mesmo, só em meio à multidão. As coisas do mundo me entediam,
as pessoas me cansam. É o meu tempo de recolhimento. Por isso esse Natal é muito especial. O mergulho nas minhas trevas
interiores recebe agora a grande Luz. Nossa doce língua portuguesa
resumiu o grande acontecimento da Salvação ao simplificar na expressão
“Natal” o aniversário mais importante de todos os tempos. É o natalício
Daquele que veio para a salvação do mundo. Relembra a história contada
inúmeras vezes do menino que nasceu em uma lapa, cercado por animais e
cuidado apenas pelos pais. Entre eles,
o Pai, que fez a Estrela mais bonita brilhar intensamente naquele
lugar. Há algo de bom em Belém? Sim, há. Nasceu aquele que encarnou o próprio
Bem. Tirem-me daqui essas imagens
profanas de Papai Noel, que conspurcam e paganizam a data do grande
Natalício. Até parece que Satanás tomou conta da grande festividade cristã. É
como se fosse uma comemoração dos infiéis seguidores do Demônio. Tirem-me daqui os ícones de
consumo, as músicas imbecis, os comerciais dos mercenários, que querem fazer
da generosidade das famílias cristãs um atalho para aumentar as vendas.
Cristianismo não rima com consumismo. Diria como o poeta: “Melancolias, mercadorias
espreitam-me”. Que retorne o tempo de
outrora, que espero seja o tempo do futuro, em que as lapinhas singelas
ornavam as salas de visitas e as grandes praças públicas. As músicas eram as
de louvor. E ninguém confundia o dia de nascimento do Menino com um oposto
velho e caricato. O Menino veio para morrer e
ressuscitar. Ressuscitou. Veio consagrar a Vida e redimir os pecados.
Redimiu. É essa a grande notícia que veio de Belém da Judéia há mais de dois
mil anos. É a notícia que jamais envelhece e que regozija os homens. É a
eterna Boa Nova. Um Feliz
Natal e um Próspero Ano Novo
àqueles solitários de alma que acompanham o que eu tenho escrito, a minha
companhia de todas as horas. |
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