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NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado |
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FALHA DO FOLHÃO 26 de fevereiro
de 2010 A notícia mais
importante da política internacional ontem foi o debate de Barack Obama com parlamentares
da oposição, que durou seis horas, e que redundou em completo fracasso. A
principal promessa do presidente dos EUA parece mesmo destinada ao
esquecimento. Não apenas os republicanos, mas a opinião
pública mobilizada em torno do movimento Tea Party não aceitam de maneira alguma o aumento da
ingerência estatal no sistema de saúde. Fracasso total. O jornal O Estado
de São Paulo trouxe uma matéria
bem feita, descrevendo o fato, de notória relevância. Como o Estadão está
alinhado com as esquerdas, publicou também o artigo de Harold Meyerson, editor da American Prospect e do L.A. Weekly, defendendo abertamente a posição do presidente
Obama e conclamando os democratas à luta. Se o jornal não quisesse tomar
partido deveria ter trazido também a opinião de um republicano e de algum
intelectual contrário à medida. Republicanos estão vetados nas páginas do
Estado, a menos que estejam em situação desfavorável. E a Folha de São
Paulo? Caro leitor, o Folhão pisou na bola. Não deu
nem uma única linha ao evento, o mais importante do mundo na data de ontem.
Simplesmente sonegou a informação, desinformando os seus leitores. A derrota
de Obama deve ser escondida, afinal é a derrota da corrente política
defendida pelo jornal. Como se percebe,
se alguém quiser ficar bem informado sobre o que ocorre no Brasil e no mundo
não pode ler a Folha de São Paulo. As notícias são filtradas da pior forma,
em prejuízo do leitor. Um fato jornalístico vergonhoso. Caro leitor, se
quiser saber mesmo sobre esse importante assunto leia o comentário do Roger Kimball no site Pajamas Media. Saberá que a visão distorcida dos
socialistas tem forte oposição nas terras do Tio Sam e será inexoravelmente
derrotada. Já está derrotada. Devemos, nós brasileiros, seguir o exemplo do
que está acontecendo por lá, derrotando os socialistas por aqui também. |
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